Cheetahs: On the Brink of Extinction, Again

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Cheetahs are a species of cat best known for being the fastest land animal, with the ability to sprint at speed of up to 120 kilometers per hour (75 miles per hour) and accelerate to 97 kilometers per hour (60 miles per hour) in as little as three seconds, making them faster than most sports cars. As chitas utilizam a sua aceleração e velocidade para perseguir e apanhar presas, como as gazelas, nas savanas subsarianas onde muitas delas vivem. As chitas têm cabeças pequenas, corpos magros, pernas longas, e uma pelagem amarelada com manchas negras distintas.

As chitas enfrentam a pressão da extinção devido às alterações climáticas, à caça por humanos, e à destruição do habitat, o que está a reduzir o tamanho das suas populações. Os próprios genes das chitas também representam um desafio para a sua sobrevivência contínua. As chitas têm uma baixa taxa de sucesso reprodutivo, o que significa que, como espécie, nem sempre são capazes de se reproduzir. Com menos descendentes, a população não consegue crescer nem adaptar-se às mudanças no ambiente.

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Evolução das chitas

Há várias teorias sobre a evolução das chitas, incluindo uma popular que sustenta que as chitas descendem do mesmo antepassado que o puma americano. Há cerca de 10.000 a 12.000 anos, por volta do final da última era glacial, teve lugar um evento de extinção que dizimou muitas espécies de mamíferos de grande porte em todo o mundo, incluindo as chitas selvagens da América do Norte e da Europa. A extinção destas primeiras espécies de chitas deixou apenas as populações asiáticas e africanas de chitas. Desde então, têm enfrentado a pressão das alterações climáticas, perda de habitat, e actividades humanas. No virar do século XIX, estima-se que mais de 100.000 chitas vivem em África, no Médio Oriente, e noutros lugares da Ásia. Hoje em dia, as chitas são encontradas na natureza em vários locais em África, e uma pequena população de outra subespécie, a chita asiática, é encontrada no Irão. Os cientistas estimam que menos de 8.000 chitas africanas vivem hoje em dia na natureza e que podem restar menos de 50 chitas asiáticas no mundo. Estes dados reflectem um declínio global de cerca de 50% nas últimas quatro décadas, bem como uma contracção significativa na gama histórica da espécie.

br>>>>p>Acontecimentos de gargalo

As chitas hoje em dia estão a caminhar para a extinção, embora nomeadamente as chitas já tenham enfrentado e ultrapassado a ameaça de extinção antes. A análise genética das chitas selvagens mostra que elas podem ter sobrevivido a dois estrangulamentos históricos, eventos que reduzem drasticamente o tamanho de uma população. Quando isto acontece, os poucos indivíduos restantes acabam por procriar, ou acasalar com familiares. A consanguinidade reduz o tamanho do património genético, o que pode levar a problemas como a diminuição da variabilidade genética e a persistência de mutações potencialmente prejudiciais, tornando mais difícil para a restante população adaptar-se às mudanças no seu ambiente. Numa população muito pequena, quaisquer mutações que ocorram são muito mais susceptíveis de serem transmitidas aos descendentes e propagadas através de gerações sucessivas.

O primeiro evento de estrangulamento a que as chitas podem ter sido sujeitas ocorreu há cerca de 100.000 anos, quando as chitas expandiram o seu alcance para a Ásia, Europa, e África. Acredita-se que esta expansão de alcance tenha ocorrido rapidamente, dispersando as chitas por uma área muito grande e restringindo assim a sua capacidade de troca de genes.

O segundo evento de estrangulamento provável ocorreu há cerca de 10.000 a 12.000 anos, por volta do fim da última era glacial. Neste estrangulamento, as chitas da América do Norte e da Europa extinguiram-se, deixando extintas apenas as populações asiáticas e africanas da espécie. Com a morte de grandes mamíferos em todo o mundo, o número de chitas sobreviventes diminuiu, o que provocou uma consanguinidade extrema. Embora o número de chitas tenha aumentado para 100.000 durante o século XIX, a sua variabilidade genética permaneceu baixa devido ao evento de estrangulamento extremo que ocorreu milhares de anos antes.

br>>>p> Genes de Chitas de Hoje

As populações actuais de chitas têm uma variabilidade genética relativamente baixa, cuja evidência provém de vários indicadores diferentes. Uma forma de testar o grau de consanguinidade é realizar um enxerto de pele. Isto implica transplantar um pedaço de pele de uma chita para outra para ver se a chita receptora aceita ou rejeita o enxerto. Em populações consanguíneas, os enxertos de pele são facilmente aceites por indivíduos não relacionados com o doador. Isto ocorre entre as chitas, sugerindo que estas perderam alguma diversidade genética. Outro sinal de consanguinidade é o desenvolvimento assimétrico do crânio. Nos animais consanguíneos, o crânio tem uma forma mais assimétrica. Um estudo de crânios de chitas em colecções de museus mostrou que os seus crânios são relativamente assimétricos.

Uma terceira linha de evidência de consanguinidade vem da elevada homozigocidade das chitas. A homozigocidade é uma medida da semelhança genética entre indivíduos de uma população, e quanto mais baixa for a homozigocidade de uma população, maior será o seu “empobrecimento” genético. Os genomas das chitas excedem tipicamente 90% de homozigosidade. Em contraste, gatos e cães domésticos, demónios da Tasmânia, e gorilas da Tasmânia, embora todos também sejam geralmente consanguíneos, têm taxas significativamente mais baixas de homozigocidade.

As chitas enfrentam diferentes ameaças que as estão a empurrar colectivamente para a extinção. Os seres humanos estão a ameaçar a espécie, infringindo o seu habitat, caçando indivíduos, e perpetuando as alterações climáticas. Os especialistas acreditam que as chitas também podem sofrer de doenças infecciosas disseminadas por gatos domésticos. As chitas lutam para lidar com estas pressões em parte porque lhes falta a variabilidade genética para responder eficazmente a elas. As evidências sugerem que as chitas enfrentaram estrangulamentos genéticos no passado e sobreviveram. À medida que a população de chitas selvagens diminui, só o tempo dirá se consegue sobreviver ao actual gargalo genético.

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